Pessoas:
Além dos trabalhos e manifest-ações elencadas ao final desse nosso encontro (muitíssimo bem realizado, sob iniciativas e des-coordenação, principalmente de Carla Lam e Luiz de Campos Jr., mas com a grande colaboração de tod@s que estiveram presentes física e/ou espiritual/energticamente), poderíamos ir registrando neste fórum outras contribuições, registros, expectativas, avaliações, proposições e o que mais quisermos com-partilhar e ir acrescentando nesse processo, que não se iniciou e nem se esgota, somente com o encontro presencial!
Abraços e grato a tod@s com quem compartilhamos momentos de tanta ins-piração e com-partilha-momentos, e renovado, assumimos o compromisso de continuarmos a lutar e perseverar para que as mudanças que já vimos processando individual e coletivamente, passem a trans-formar de fato e na direção almejada e necessária, a educ-ação no Brasil e para todo o mundo...rai-mundo!
Vambora?
Celso Sekiguchi (celso@politeia.org.br)
Obs.: logo mais, incluiremos aqui breves relatos do que os grupos de "Redes/espaços colaborativos de aprendizagem, etc.", assim como "Políticas públicas para cidades educativas" e "Educ-ação Democrática + Economias Criativa e Solidária = Cidades/ Sociedades Educadoras?" entre outras questões...
Tags: 3o ENaRC, avaliações, contribuições, registros, resultados
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Reproduzo aqui, conforme sugestão de Mr. Celso Sekiguchi [:-)], os comentários de minha página no Facebook (procuro primeiro atrair os "não convertidos") :
Que cansaço bom: daqueles que temos após viver experiências intensas, que nos inspiram e nos elevam a alma. Assim resumo estes 2 dias de encontro com as pessoas sensacionais que levam esta ideia em frente. Abraços a todos os RC´s, os que puderem compartilhar da riqueza destes 2 dias e aos que não puderam vir, mas com sua PRAXIS (José Pacheco) mostram que UMA VERDADEIRA EDUCAÇÃO É POSSÍVEL.
E como foi bom viver e ouvir, de duas garotas, de 12 e 14 anos, como estas experiências estão germinando. http://amorimlima.org.br/institucional/projeto-politico-pedagogico/
E quão inspirador conhecer mais uma semente que logo se tornará outra evidência do poder transformador da Educação Democrática: http://www.projetoancora.org.br/
E saber que uma centena de sementes (que conhecemos, com certeza são muitas mais), como estas, estão presentes em praticamente todos os estados do Brasil. Plantadas, cuidadas e regadas por educadores anônimos, muitas vezes com grandes sacrifícios, mas fortalecidos pelo amor as nossas crianças, que desejamos autônomas, felizes e responsáveis por suas vidas e as de suas comunidades.
Celso Sekiguchi: Valeu, Mr. Claudio Estevam Próspero e toda a galera presente/mesmo à distância, nesse muito belo e prazeroso enc-an(on)t(r)o! Claudião e quem mais quiser, que tal com-partilharmos essas e outras impressões, avaliações e proposições, tbem por aqui:http://romanticos-conspiradores.ning.com/forum/topics/propostas-de-...? HáBrações... [para que vocês entendam o porque do Mr. Celso :-)]
Conforme me propus, criei EnaRC 2012 para compartilharmos, também no Facebook - acessado com ais frequência que o Ning - informações sobre o encontro e "lições de casa" do José Pacheco
https://www.facebook.com/pages/EnaRC-2012/382218921845598?ref=hl
Nesta página podemos usar Álbuns de Fotos para "criar tópicos". Como exemplo criei o seguinte:
Textos que utilizei para o "aquecimento" para o Encontro Nacional dos Românticos Conspiradores.
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.382225561844934.88097.382...
Onde listei, como comentários, os endereços 4shared para onde fiz Upload dos PDF´s que criei.
Permalink Responder até Rafael Ferreira de Paula em 30 julho 2012 at 11:05
Pessoal, como o Luiz de Campos já comentou em outro post dele, achei sensacional a apresentação das meninas da escola Amorim Lima. Não tenho palavras ainda no momento para descrever toda carga de energia positiva que recebi. Aos poucos vou tentar colaborar com algumas reflexões e também postando o material que gravamos e fotografamos.
Permalink Responder até Guga Dorea em 30 julho 2012 at 19:30
O bom encontro é aquele que potencializa o agir do outro e o mau é aquele que submete. Não tenho ainda palavras racionais e nem técnicas de ações para descrever ou propor para o pós encontro. Por enquanto, só posso dizer que houve uma infinidade de bons encontros no encontro. Desde micros bons encontros, simples cumprimentos, mas que valeram muito mais do que muitas palavras, até conversas entre dois, três, muitos. O micro e o macro estavam sempre presentes, em uma instigante dialética. Ouvir as meninas do Amorim, as professoras e a mãe do projeto Âncora, conhecer as experiências que lá estiveram, poder colocar as minhas experiências, encontrar amigos que fiz no primeiro encontro nacional dos românticos, conhecer novas pessoas e experiências, rever amigos. Ouvir o Pacheco com suas provocações, mas ele sendo mais um entre nós. Vou poder contar que estive nos três encontros nacionais, cada um com suas características, peculiaridades e belezas. Como foi dito no plenário fechado, a angústia de ver uma escola e uma sociedade melhor estava presente, gerando ansiedades. Temos que meditar sobre essas angústias e ver o que cada um pode fazer, desde transformações internas, até ações concretas para gerar mudanças. Mas a mudança já estava ali. Se cada um levar esses dois dias como um bom encontro e gerar outros bons encontros, a mudança já estará acontecendo. Vamos criar o manifesto, atualizar a carta de princípios. O mais importante, no entanto, é estarmos a todo instante mudando a nós mesmos, revendo nossas contradições, ampliando nossos olhares. Na próxima vez, eu entro nos debates mais propositivos e concretos mas, por hora, fico com esse pensamento em voz alta. Fico com a frase que uma das meninas do Amorim respondeu em relação à minha pergunta sobre a dicotomia excludente que permeia a nossa sociedade e que separa as pessoas em normais e anormais: “Não são eles e sim nós”. Nós estivemos no encontro, cada um com suas características, talentos, medos, angústias e limites. Ah! Essa ideia dos bons e maus encotros vem do filósofo Espinosa, lá do século XVII. Como vem afirmando o Pacheco, tudo já foi dito e escrito. Temos que fazer. Abraços e beijos fraternos a todos e obrigado pela oportunidade única e intransferível.Guga Dorea
Permalink Responder até Débora Maria Macedo em 1 agosto 2012 at 3:43
Boa madrugada a todos! Envio o link das impressões do dia 28 das colegas estudantes de Fund II presentes ao encontro: http://www.bombalaio.net/2012/07/3-enarc-encontro-nacional-da-rede....
Forte abraço!
Permalink Responder até Luiz de Campos Jr em 1 agosto 2012 at 21:32
Obrigado por compartilhar aqui Débora!
Abs para vc, Grazzi e Isa... :)
Débora Maria Macedo disse:
Boa madrugada a todos! Envio o link das impressões do dia 28 das colegas estudantes de Fund II presentes ao encontro: http://www.bombalaio.net/2012/07/3-enarc-encontro-nacional-da-rede....
Forte abraço!
Obs.: Numero os tópicos de minhas anotações para facilitar comentários e correções de meu entendimento. Meus comentários, ao longo do texto, iniciam com [Claudio: ], para não serem confundidos com o que creio ter sido dito pelo Pacheco. Acrescentei alguns verbetes, estudos e reportagens que acredito úteis para fazermos as “Lições de casa”.
(1) Citou: “grandes metas começam com pequenos passos”
(2) Âncora = Porto de abrigo. Prática (Praxis) de comunidade de espaços de aprendizagem.
Práxis
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(...)
Pedagogia
Na pedagogia, práxis é o processo pelo qual uma teoria, lição ou habilidade é executada ou praticada, se convertendo em parte da experiência vivida.
Enquanto no ensino uma lição é apenas absorvida em nível intelectual no decurso de uma aula, as ideias são postas à prova e experimentadas no mundo real, seguidas de uma contemplação reflexiva. Desta maneira, osconceitos abstractos ligam-se com a realidade vivida.
A práxis é usada por educadores para descrever um panorama recorrente através de um processo cíclico deaprendizagem experimental, como no ciclo descrito e popularizado por David Kolb.
(3) O que une os projetos? Não se quer criar doutrina. Encontrai-vos e multiplicai-vos uns aos outros.
(4) Temos que interferir nas Políticas Públicas para que não tenhamos apenas poucas experiências de excelência entre milhares de escolas que continuam não funcionando. Precisamos exigir o fim do desperdício do dinheiro público. Implodir edifícios das escolas”. 90% dos diretores de escola cuidam da merenda e não da pedagogia! Denunciar as máfias do transpote escolar. Ele não é necessário para a Educação. [Claudio: Se tranformarmos as escolas em espaços de aprendizagem, próximos dos aprendizes (e não alunos)]. Pode-se aprender português, matemática, etc. em Lan Houses, Centros Culturais / Religiosos, Padarias, etc. [Claudio: Desde que se crie o interesse na aprendizagem (por saber para que serve) e não um processo de decorar conteúdos para demonstrar nas provas e esquecer depois]. 44% não completam o ensino fundamental. 50% não completam ensino intermediário. 12% passam no exame da OAB. 4 milhões de evadidos da escola.
Ver o seguinte documento sobre “eficácia” do atual processo educacional:
REPROVAÇÃO, AVANÇO E EVASÃO ESCOLAR NO BRASIL
http://www.ppe.ipea.gov.br/index.php/ppe/article/viewFile/138/73
E o maior desperdício não é das verbas alocadas à Educação (R$56 bilhões / ano). É de pessoas: 24 milhões de analfabetos funcionais, que por falta de preparo para se inserir na sociedade, de forma ética – legal – produtiva, buscam as “alternativas” que lhes restam, no crime (gastos cada vez maiores com segurança, pública e privada), nas drogas (gastos crescentes com saúde pública para tratar as consequências das dependências de drogas lícitas e ilícitas).
Citou João Cabral de Melo Neto: “Processo educacional atual é uma engrenagem que engole GENTE e vomita BAGAÇO.”
Todos os alunos podem aprender tudo. Principalmente a SER FELIZES.
Citou Einstein: “Loucura é continuar a fazer as mesmas coisas e esperar resultados diferentes.”
Existem alternativas, precisamos anunciar, tornar visíveis estas alternativas.
O Brasil está farto de estudos, informações e pesquisas sobre a Educação. O que fazer com os dados? E com lugares com maus resultados?
(5) Citou Nilo: “O mal não se combate. O mal se forçou a diluir.”
(6) Citou a fala de uma das aprendizes do Amorim Lima: “Se a gente não mudar, nada mudará.”
Aluno
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(...)
Etimologia
Segundo a etimologia, o termo aluno significa literalmente “criança de peito”, “lactante” ou “filho adotivo” (do lat. alumnus, alumni, proveniente de alere, que significa “alimentar, sustentar, nutrir, fazer crescer”. [2] Daí o sentido de que aluno é uma espécie de lactente intelectual; e não alguém “sem luz”, como afirma uma etimologia falsificada que lê a- como prefixo de negação (note que o prefixo é grego) e lun- como proveniente do latim lumen, luminis (luz). O termo aluno aponta, portanto, para a ideia de alguém imaturo, que precisa ser alimentado na boca e exige ainda muitos cuidados paternais ou maternais. [3]
Em sentido figurado ou metafórico, porém, aluno significa simplesmente “discípulo” ou “pupilo”, alguém que aprende de forma coletiva em estabelecimento de ensino pela mediação de um ou vários professores. [4]
(7) Exigir um compromisso dos candidatos eleitos, nas eleições de 2012, com um Manifesto sobre a Educação e uma versão revisada (para ser nacional) da Carta de Princípios dos Românticos Conspiradores. E denunciar, por todos os meios possíveis quem não assinar [Claudio: ou quem descumprir os compromissos assumidos]. Um último Manifesto pela Educação. Já houve um em 1932 (Educação Nova). Outro em 1959 (Escolas Vocacionais). Último porque exigiremos seu cumprimento.
(8) A grande maioria das Escolas pratica falsidade ideológica. Basta comparar seus discursos, suas práticas e seus resultados com os artigos 12º., 15º. e 23º. da Lei de Diretrizes e Bases para a Educação. Precisamos ultrapassar as “teorias fósseis” que continuam condicionando os processos educacionais. [Claudio: Ver verbete Práxis acima].
(9) Âncora será exemplo de pontos onde se aprende. O objetivo é, partindo dele, ‘plantar’ pólos comunitários de aprendizagem, por toda a cidade. Escola = Pessoas + Espaços de Aprendizagem. Desenvolvimento Sustentável implica Aprendizagem Coletiva. Devemos incrementar o exercício dos Direitos Humanos.
Qual o fundamento científico para aula, série, provas? Não há.
Ver as seguintes reportagens do jornal Estado de São Paulo (13/08/2012):
Escola em Cotia aposta na autonomia
Alunos não são divididos em séries, não há aulas de 50 minutos nem provas
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,escola-em-cotia-aposta-...
Base teórica e científica do projeto é brasileira
Segundo o mentor do Âncora, o português José Pacheco, poder público deve tomar as rédeas e mudar regras
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,base-teorica-e-cientifi...
Permalink Responder até Celso Sekiguchi em 21 agosto 2012 at 2:08
Demais, "Claudião" (mais coloquialmente) ou Mr. Claudius Prosperus (no latim, sou uma negação...rs!):
Somente, para depois darmos uma complementada nas discussões sobre dois grupos dos quais participamos no sábado no Amorim, e que passamos contemplando e - pasme - que anotações, essas tuas sobre as falas/ lições a serem praticadas e aprendidas por todos nós, citadas ou pro-vocadas pelo Pacheco:
a) No grupo inspirado por Tainá, do RJ, em que participaram, algumas pessoas do DF e tbm de SP, etc., sobre redes de aprendizagem e outras formas de educação, como trilhas educativas, etc., houve várias colocações sobre experiências de aprendizagem de pessoas de gerações diferentes, mas que possuem inquietações algumas parecidas, outras bem diferentes, como tem que ser... no final das contas, tbem houve um impasse sobre continuarmos em grupo (umas 8 a 10 pessoas), dispersarmos e conversarmos dois a dois ou com quem mais nos afinássemos, ou se voltaríamos à plenária... O grupo se dividiu entre os que queriam ir almoçar e os que continuaram conversando no grupo, com outras pessoas entrando nas conversas/ diálogos, etc.
b) Já no grupo (unindo as duas propostas: "Políticas Públicas para Cidades Educativas" - proposto por André Stabile, de São Caetano do Sul - e "Educação Democrática + Economia Solidária = Cidades Educadoras?" - por mim proposto) houve vários debates, com algumas conclusões/ encaminhamentos, tbem que sistematizaremos e colocaremos por aqui, oportunamente, até com alguns encaminhamentos que já temos adotado, como na parte grifada abaixo, dentro da citação de seu brilhante e completo registro das ações/ "lições de casa" provocadas pelo Professor Pacheco.
Grato a tod@s por ora, e vamos que vamos!
Celso Sekiguchi (celso@politeia.org.br / Skype: celso.sekiguchi)
Claudio Estevam Próspero disse:
[EnaRC 2012] "Lições de casa" do Pacheco
Obs.: Numero os tópicos de minhas anotações para facilitar comentários e correções de meu entendimento. Meus comentários, ao longo do texto, iniciam com [Claudio: ], para não serem confundidos com o que creio ter sido dito pelo Pacheco. Acrescentei alguns verbetes, estudos e reportagens que acredito úteis para fazermos as “Lições de casa”.
(1) Citou: “grandes metas começam com pequenos passos”
(2) Âncora = Porto de abrigo. Prática (Praxis) de comunidade de espaços de aprendizagem.
Práxis
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(...)
Pedagogia
Na pedagogia, práxis é o processo pelo qual uma teoria, lição ou habilidade é executada ou praticada, se convertendo em parte da experiência vivida.
Enquanto no ensino uma lição é apenas absorvida em nível intelectual no decurso de uma aula, as ideias são postas à prova e experimentadas no mundo real, seguidas de uma contemplação reflexiva. Desta maneira, osconceitos abstractos ligam-se com a realidade vivida.
A práxis é usada por educadores para descrever um panorama recorrente através de um processo cíclico deaprendizagem experimental, como no ciclo descrito e popularizado por David Kolb.
(3) O que une os projetos? Não se quer criar doutrina. Encontrai-vos e multiplicai-vos uns aos outros.
(4) Temos que interferir nas Políticas Públicas para que não tenhamos apenas poucas experiências de excelência entre milhares de escolas que continuam não funcionando. Precisamos exigir o fim do desperdício do dinheiro público. Implodir edifícios das escolas”. 90% dos diretores de escola cuidam da merenda e não da pedagogia! Denunciar as máfias do transpote escolar. Ele não é necessário para a Educação. [Claudio: Se tranformarmos as escolas em espaços de aprendizagem, próximos dos aprendizes (e não alunos)]. Pode-se aprender português, matemática, etc. em Lan Houses, Centros Culturais / Religiosos, Padarias, etc. [Claudio: Desde que se crie o interesse na aprendizagem (por saber para que serve) e não um processo de decorar conteúdos para demonstrar nas provas e esquecer depois]. 44% não completam o ensino fundamental. 50% não completam ensino intermediário. 12% passam no exame da OAB. 4 milhões de evadidos da escola.
Ver o seguinte documento sobre “eficácia” do atual processo educacional:
REPROVAÇÃO, AVANÇO E EVASÃO ESCOLAR NO BRASIL
http://www.ppe.ipea.gov.br/index.php/ppe/article/viewFile/138/73
E o maior desperdício não é das verbas alocadas à Educação (R$56 bilhões / ano). É de pessoas: 24 milhões de analfabetos funcionais, que por falta de preparo para se inserir na sociedade, de forma ética – legal – produtiva, buscam as “alternativas” que lhes restam, no crime (gastos cada vez maiores com segurança, pública e privada), nas drogas (gastos crescentes com saúde pública para tratar as consequências das dependências de drogas lícitas e ilícitas).
Citou João Cabral de Melo Neto: “Processo educacional atual é uma engrenagem que engole GENTE e vomita BAGAÇO.”
Todos os alunos podem aprender tudo. Principalmente a SER FELIZES.
Citou Einstein: “Loucura é continuar a fazer as mesmas coisas e esperar resultados diferentes.”
Existem alternativas, precisamos anunciar, tornar visíveis estas alternativas.
O Brasil está farto de estudos, informações e pesquisas sobre a Educação. O que fazer com os dados? E com lugares com maus resultados?
(5) Citou Nilo: “O mal não se combate. O mal se forçou a diluir.”
(6) Citou a fala de uma das aprendizes do Amorim Lima: “Se a gente não mudar, nada mudará.”
Aluno
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(...)
Etimologia
Segundo a etimologia, o termo aluno significa literalmente “criança de peito”, “lactante” ou “filho adotivo” (do lat. alumnus, alumni, proveniente de alere, que significa “alimentar, sustentar, nutrir, fazer crescer”. [2] Daí o sentido de que aluno é uma espécie de lactente intelectual; e não alguém “sem luz”, como afirma uma etimologia falsificada que lê a- como prefixo de negação (note que o prefixo é grego) e lun- como proveniente do latim lumen, luminis (luz). O termo aluno aponta, portanto, para a ideia de alguém imaturo, que precisa ser alimentado na boca e exige ainda muitos cuidados paternais ou maternais. [3]
Em sentido figurado ou metafórico, porém, aluno significa simplesmente “discípulo” ou “pupilo”, alguém que aprende de forma coletiva em estabelecimento de ensino pela mediação de um ou vários professores. [4]
(7) Exigir um compromisso dos candidatos eleitos, nas eleições de 2012, com um Manifesto sobre a Educação e uma versão revisada (para ser nacional) da Carta de Princípios dos Românticos Conspiradores. E denunciar, por todos os meios possíveis quem não assinar [Claudio: ou quem descumprir os compromissos assumidos]. Um último Manifesto pela Educação. Já houve um em 1932 (Educação Nova). Outro em 1959 (Escolas Vocacionais). Último porque exigiremos seu cumprimento.
(8) A grande maioria das Escolas pratica falsidade ideológica. Basta comparar seus discursos, suas práticas e seus resultados com os artigos 12º., 15º. e 23º. da Lei de Diretrizes e Bases para a Educação. Precisamos ultrapassar as “teorias fósseis” que continuam condicionando os processos educacionais. [Claudio: Ver verbete Práxis acima].
(9) Âncora será exemplo de pontos onde se aprende. O objetivo é, partindo dele, ‘plantar’ pólos comunitários de aprendizagem, por toda a cidade. Escola = Pessoas + Espaços de Aprendizagem. Desenvolvimento Sustentável implica Aprendizagem Coletiva. Devemos incrementar o exercício dos Direitos Humanos.
Qual o fundamento científico para aula, série, provas? Não há.
Ver as seguintes reportagens do jornal Estado de São Paulo (13/08/2012):
Escola em Cotia aposta na autonomia
Alunos não são divididos em séries, não há aulas de 50 minutos nem provas
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,escola-em-cotia-aposta-...
Aqui, posto novamente o que dissemos (acompanhados por Eduardo Shimahara e Sergio Storch, em conversa com o próprio amigo José Pacheco, seu Valter e Fabio, conselheiros do Projefo Âncora) nesse dia:
"Estivemos nesse dia, seu Luiz de Campos Jr e amig@s, com o Prof. José Pacheco, seu Valter e Fabio, da Diretoria do Projeto Âncora, mais Eduardo Shimahara e Sergio Storch, e tod@s nós, como pessoas físicas, mas conversando tbem sobre possibilidades de realiz-ações do Mapa da Educação e sobre Cidades Educ-Ativas a partir de Cotia, entre outras localidades... Bora, estruturarmos propostas de ações concretas, tbem para isso, entre outras ações?? HáBrações..."
Base teórica e científica do projeto é brasileira
Segundo o mentor do Âncora, o português José Pacheco, poder público deve tomar as rédeas e mudar regras
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,base-teorica-e-cientifi...
Permalink Responder até Bruna Hamer em 22 agosto 2012 at 23:01
Nossa, muito boa essa organização das suas anotações da nossa última conversa no EnaRC, pois agora tendo me distanciado e assimilado a intensidade daquele momento consigo perceber mais coisas, e me apropriar de ideias que não são minhas conjugando com o que é meu.
Celso, gostaria muito de reler nossas discussões dos grupos do sábado e penso que a partir disso é possível ampliar o debate.
Além do registro da fala do Pacheco me recordo de suas colocações que foram feitas por participantes e que julgo pertinentes:
1. Reconsideração do nome que dá identidade ao grupo tendo em vistas a publicação do Manifesto (eu não sei o nome de quem fez esse comentário), mas compartilho da colocação de buscar uma apresentação que dê mais clareza de nosso propósito (embora tenha muito afinidade com a ideia de Românticos Conspiradores).
2. Retomada do mapeamento de experiências educacionais no Brasil - Thiago Cabral. Eu não sei se essa discussão está ocorrendo em outro fórum (sou bem fraquinha de Ning!) mas considero esse objetivo muito importante, que ficou como pendência do primeiro encontro. Penso que neste mapeamento cada um poderia contribuir não necessariamente com a experiência que seja participante, mas no relato de outras experiências que não tenha membros participantes da rede e que tenham relevância. Por exemplo, existe uma experiência em Carapicuíba, Casa Redonda, que eu não faço parte, mas conheço, estudo e acho muito importante que esteja neste mapa, porém sei que os educadores vinculados a ela não fazem parte dos RCs, por isso eu poderia me propor a fazer contato com o projeto e buscar as informações necessárias bem como autorização para publicação. Assim poderia ser feito por cada um o que potencializaria nosso mapa.
E as discussões do manifesto? Onde estão ocorrendo? Help!!!
Permalink Responder até Thiago Baptistella Cabral em 23 agosto 2012 at 17:40
Oi Bruna,
Até onde sei, o mapeamento ocorreu/ocorre em três (!) grupos, o grupo "Projetos", no grupo ""Caminhos co-inspiradores" e no grupo "As escolas democráticas são melhores do que as escolas tradicionais?", além disso ocorre no fórum "Vivências e experiências significativas de educação democrática..."
O grupo "As escolas democráticas são melhores do que as escolas tradicionais?" surgiu após o último encontro nacional para ajudar a fazer o "dever de casa" de comparar as escolas (além de ajudar a sistematizar os projetos democráticos). Muito provavelmente a pesquisa ajudará a fortalecer o manifesto.
Você, Celsão, Cláudio, Débora, Guga e Rafael estão convidados a interagir no grupo. Uma dificuldade é estabelecer o que vamos considerar como sendo uma escola democrática (!) - ou em processo de democratização - na pesquisa.
Inclusive já foi falado da "Casa Redonda" no grupo, mas, ao que parece, (ainda) não sabemos como comparar uma escola do ensino infantil com outra.
Um grupo para discutir e (re)criar o manifesto ainda não foi criado.
Abraços,
Thiago
Bruna e Thiago, boa noite.
Replico aqui o que compartilhei, mais cedo, no Facebook:
https://www.facebook.com/groups/252219374897777/members/
Bruna Hamer E as discussões do manifesto? Onde estão ocorrendo? Help!!!
Iniciamos (RC São Paulo) a construção de uma proposta zero para o Manifesto pela Educação. Fizemos algumas reuniões para criar este texto inicial. Verificarei com meus pares do Núcleo SP como daremos continuidade a este trabalho e divulgamos aqui.
Abraços.
Claudio
Bem-vindo a
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