Todos podem (e devem) propor temas para discutirmos no Encontro Nacional
Coloco aqui alguns já citados em emails.
1) Atualização da Carta de Principios / Livro: projeto de toda a Rede
2) ECA: compreensão e modificação Entre aqui
3) Uso da linguagem artistica na educação
4) A construção de um manifesto
5) Construção de espaços colaborativos de aprendizagem
6) Educ-Ação Democrática + Economia Solidária/Criativa = Cidades Educadoras?
7) Autonomia das escolas públicas
8) Financiamento público de escolas comunitárias.
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Permalink Responder até Celso Sekiguchi em 10 julho 2012 at 15:17
Carla e pessoal:
Como já temos discutido desde o 2o Encontro (do 1o não participei) e nos encontros dos RCs de Sampa (tbem com pessoas de outras localidades, e às vezes, estados), penso que poderíamos nos articular para irmos (conspiratoriamente falando) bem além dos diálogos e trocas de experiências (justas, necessárias e ins-piradoras), caminhando também para a construção de espaços colaborativos de aprendizagem, dignos desse nome.
Assim sendo, se para o Amorim Lima, www.amorimlima.org.br (como na Escola Politeia - http://escola.politeia.com.br, etc.) já temos projetos pedagógicos, materiais, práticas e outros conhecimentos acumulados, e no Projeto Âncora (www.projetoancora.org.br), um projeto em implementação, que pode se constituir em embrião ou até uma talvez primeira experiência, também digna desse nome, de Cidade Educadora, sugeriria dois temas, um pouco abrangentes, mas que podem incluir outras questões e aspirações, que temos compartilhado em vários coletivos:
a) Qual educação pode ampliar horizontes, constituir valores e gerar aprendizados efetivos, e como isso pode se dar dentro ou fora de ambientes escolares (em comunidades, bairros-escola, espaços alternativos ou efetivos de aprendizagem, colaborativa/ participativa, etc.?). Como e quando ou por quê essas experiências podem sair do papel, ou como já vêm sendo implementadas e como integrá-las, articulá-las e quais os desafios que devemos enfrentar para que as mesmas se convertam em novos projetos/ iniciativas/ propostas para mudanças realmente trans-formadoras de Educação?
b) E, se essas alternativas já existem tanto no campo da educação (poderíamos falar, pelo menos, de duas iniciativas bastante efetivas, no mínimo, e inspiradoras - como a Itsnoon - www.itsnoon.net, e o Circuito Fora do Eixo (www.foradoeixo.org.br), com sua proposta de uma Universidade da Cultura Livre - vide em www.congresso.foradoeixo.org.br (discussões havidas em seu IV Congresso Nacional, com mais de 1000 participantes em São Paulo, e realizado em dezembro/2011), que como aventamos no último encontro dos RCs, poderia resultar numa nova equação: "Educ-Ação Democrática + Economia Solidária/Criativa = Cidades Educadoras"?
Para quem se sentir co-inspirado ou afins de desde já podermos montar plataformas interativas de conversações a respeito, também podemos utilizar caminhos abertos pelo amigo Rafael Reinehr, desde Araranguá/SC, para essas buscas e realiz-ações, em breve, e que já vêm ocorrendo para além das conversas sobre Rio+20, entre outras!
Vambora, ou quem mais se propõe a construirmos juntos esses espaços e articulações?
HáBrações,
Celso Sekiguchi
celso@politeia.org.br
Permalink Responder até Celso Sekiguchi em 10 julho 2012 at 15:27
Somente postando resposta de Rafael, que creio que infelizmente não poderá estar fisicamente presente ao 3o ENaRC, mas com certeza nos acompanhará, bem de perto (e colaborativamente):
"Estou dentro desde já e disponho alocar tempo semanalmente para falar/trabalhar sincronicamente sobre este assunto e tambem disponibilizo espaço/plataformas/ferramentas para interação/comunicação se assim desejarem.
Também, uma vez clareando os interesses comuns do grupo, me disponibilizao a funcionar como Hub e também divulgar e ajudar no crowdsoursing de mais pessoas interessadas."
Abs e grato, seu Rafa. Celso
Celso Sekiguchi disse:
Carla e pessoal:
Como já temos discutido desde o 2o Encontro (do 1o não participei) e nos encontros dos RCs de Sampa (tbem com pessoas de outras localidades, e às vezes, estados), penso que poderíamos nos articular para irmos (conspiratoriamente falando) bem além dos diálogos e trocas de experiências (justas, necessárias e ins-piradoras), caminhando também para a construção de espaços colaborativos de aprendizagem, dignos desse nome.
Assim sendo, se para o Amorim Lima, www.amorimlima.org.br (como na Escola Politeia - http://escola.politeia.com.br, etc.) já temos projetos pedagógicos, materiais, práticas e outros conhecimentos acumulados, e no Projeto Âncora (www.projetoancora.org.br), um projeto em implementação, que pode se constituir em embrião ou até uma talvez primeira experiência, também digna desse nome, de Cidade Educadora, sugeriria dois temas, um pouco abrangentes, mas que podem incluir outras questões e aspirações, que temos compartilhado em vários coletivos:
a) Qual educação pode ampliar horizontes, constituir valores e gerar aprendizados efetivos, e como isso pode se dar dentro ou fora de ambientes escolares (em comunidades, bairros-escola, espaços alternativos ou efetivos de aprendizagem, colaborativa/ participativa, etc.?). Como e quando ou por quê essas experiências podem sair do papel, ou como já vêm sendo implementadas e como integrá-las, articulá-las e quais os desafios que devemos enfrentar para que as mesmas se convertam em novos projetos/ iniciativas/ propostas para mudanças realmente trans-formadoras de Educação?
b) E, se essas alternativas já existem tanto no campo da educação (poderíamos falar, pelo menos, de duas iniciativas bastante efetivas, no mínimo, e inspiradoras - como a Itsnoon - www.itsnoon.net, e o Circuito Fora do Eixo (www.foradoeixo.org.br), com sua proposta de uma Universidade da Cultura Livre - vide em www.congresso.foradoeixo.org.br (discussões havidas em seu IV Congresso Nacional, com mais de 1000 participantes em São Paulo, e realizado em dezembro/2011), que como aventamos no último encontro dos RCs, poderia resultar numa nova equação: "Educ-Ação Democrática + Economia Solidária/Criativa = Cidades Educadoras"?
Para quem se sentir co-inspirado ou afins de desde já podermos montar plataformas interativas de conversações a respeito, também podemos utilizar caminhos abertos pelo amigo Rafael Reinehr, desde Araranguá/SC, para essas buscas e realiz-ações, em breve, e que já vêm ocorrendo para além das conversas sobre Rio+20, entre outras!
Vambora, ou quem mais se propõe a construirmos juntos esses espaços e articulações?
HáBrações,
Celso Sekiguchi
celso@politeia.org.br
Permalink Responder até HELENA SINGER em 11 julho 2012 at 19:09
Sugiro discutirmos a plataforma política da rede. De forma bem concreta, sugiro: 1) Autonomia das Escolas Públicas e 2) Financiamento público para escolas comunitárias.
Permalink Responder até Augusto de Franco em 13 julho 2012 at 7:58
Dentre os temas indicados sugeriria: como evitar que boas práticas de aprendizagem, eventualmente realizadas em escolas, contribuam regressivamente para uma superação da escolarização, difundindo a crença de que a escola tem salvação?
Não creio que seja bom fazer uma discussão ou debate sobre isso e sim um grupo de cocriação composto por pessoas que acham que a questão tem relevância.
A questão poderia ser reformulada assim. Boas (no sentido de livres e cooperativas) praticas de aprendizagem têm surgido em vários lugares, até mesmo em escolas. No entanto, quando surgem em escolas tendem a reforçar a escolarização. Muitas pessoas, em vez de olharem essas práticas, olham a instituição onde elas incidentalmente ocorreram. E aí reforçam suas convicções de que foi a escola (a "nova escola", a "escola revolucionária") que propiciou a realização dessas práticas. Então concluem: estão vendo só, nem tudo está perdido, a escola tem salvação, basta que a reformemos com a introdução de novas práticas et coetera...
Permalink Responder até HELENA SINGER em 14 julho 2012 at 11:53
Inspirada pelo comentário do Augusto de Franco, acrescento um 3o. item na plataforma política em favor da educação democrática: 3) Reconhecimento da educação social (não-escolar): marco legislativo, política de formação de educadores, política de financiamento público e sistema de avaliação.
Permalink Responder até Rafael Ferreira de Paula em 17 julho 2012 at 19:51
Se formos nos reunir por afinidade, já posso dizer que o tópico 5 tem tudo a ver com o que sinto agora.
Permalink Responder até Carla Lam em 22 julho 2012 at 2:13
Permalink Responder até Augusto de Franco em 22 julho 2012 at 8:29
Disse lá no Face que fiquei sem entender bem tal iniciativa.
Carla Lam disse:
Gente,
Estou enviando a carta convite (email) aos candidatos a prefeitura de SP.
Quem quiser pode ajudar no envio (nclusive para candidatos a vereadores - sugestão do André Duarte Stábile e candidatos de suas cidades).Mas o mais importante será depois do Encontro: escrever um documento (se essa ideia continuar no Encontro) e entregar aos candidatos de todas as cidades quem tem RC.
-----------------------------------------------
O que estou enviando:
Prezado Sr(a)
O movimento Românticos Conspiradores constitui-se de uma rede colaborativa formada por pessoas que militam pela transformação da Educação em todo o Brasil.
Nossa finalidade inicial é a de promover a comunicação e o apoio mútuo entre pessoas, organizações e projetos que tenham por objetivo contribuir para Educação que promova autonomia e solidariedade.
Somos pessoas conscientes de que os modelos educacionais e as práticas educativas possuem decisivas condicionantes sócio-culturais. Este fato exige que, para a transformação da Educação, tenhamos de ultrapassar seu âmbito restrito, englobando as dimensões sociais, políticas e culturais.
No dia 28 de Julho acontecerá em São Paulo, na Escola Municipal Des. Amorim Lima, o nosso 3º Encontro Nacional.
Convidamos os candidatos a nos conhecer no dia 28/07 – no momento de compartilhamento de experiências (9:00 as 11:00).
Durante o evento, iniciaremos a elaboração de um documento que será entregue aos candidatos de todas as cidades em que tem participante da Rede dos Românticos Conspiradores.
Endereço da Escola Municipal Des. Amorim Lima: Rua Professor Vicente Peixoto, 50 – Butantã – São Paulo.
Cordialmente,
Rede RC.
enarc2012@gmail.com
Celso Sekiguchi disse:
Carla e pessoal:
Como já temos discutido desde o 2o Encontro (do 1o não participei) e nos encontros dos RCs de Sampa (tbem com pessoas de outras localidades, e às vezes, estados), penso que poderíamos nos articular para irmos (conspiratoriamente falando) bem além dos diálogos e trocas de experiências (justas, necessárias e ins-piradoras), caminhando também para a construção de espaços colaborativos de aprendizagem, dignos desse nome.
Assim sendo, se para o Amorim Lima, www.amorimlima.org.br (como na Escola Politeia - http://escola.politeia.com.br, etc.) já temos projetos pedagógicos, materiais, práticas e outros conhecimentos acumulados, e no Projeto Âncora (www.projetoancora.org.br), um projeto em implementação, que pode se constituir em embrião ou até uma talvez primeira experiência, também digna desse nome, de Cidade Educadora, sugeriria dois temas, um pouco abrangentes, mas que podem incluir outras questões e aspirações, que temos compartilhado em vários coletivos:
a) Qual educação pode ampliar horizontes, constituir valores e gerar aprendizados efetivos, e como isso pode se dar dentro ou fora de ambientes escolares (em comunidades, bairros-escola, espaços alternativos ou efetivos de aprendizagem, colaborativa/ participativa, etc.?). Como e quando ou por quê essas experiências podem sair do papel, ou como já vêm sendo implementadas e como integrá-las, articulá-las e quais os desafios que devemos enfrentar para que as mesmas se convertam em novos projetos/ iniciativas/ propostas para mudanças realmente trans-formadoras de Educação?
b) E, se essas alternativas já existem tanto no campo da educação (poderíamos falar, pelo menos, de duas iniciativas bastante efetivas, no mínimo, e inspiradoras - como a Itsnoon - www.itsnoon.net, e o Circuito Fora do Eixo (www.foradoeixo.org.br), com sua proposta de uma Universidade da Cultura Livre - vide em www.congresso.foradoeixo.org.br (discussões havidas em seu IV Congresso Nacional, com mais de 1000 participantes em São Paulo, e realizado em dezembro/2011), que como aventamos no último encontro dos RCs, poderia resultar numa nova equação: "Educ-Ação Democrática + Economia Solidária/Criativa = Cidades Educadoras"?
Para quem se sentir co-inspirado ou afins de desde já podermos montar plataformas interativas de conversações a respeito, também podemos utilizar caminhos abertos pelo amigo Rafael Reinehr, desde Araranguá/SC, para essas buscas e realiz-ações, em breve, e que já vêm ocorrendo para além das conversas sobre Rio+20, entre outras!
Vambora, ou quem mais se propõe a construirmos juntos esses espaços e articulações?
HáBrações,
Celso Sekiguchi
celso@politeia.org.br
Augusto creio que a resposta ao Celso está relacionada com sua preocupação:
Celso, abri uma trilha relacionada ao assunto em:
http://romanticos-conspiradores.ning.com/profiles/blogs/cuidado-esc...
Abraços.
Augusto de Franco disse:
Dentre os temas indicados sugeriria: como evitar que boas práticas de aprendizagem, eventualmente realizadas em escolas, contribuam regressivamente para uma superação da escolarização, difundindo a crença de que a escola tem salvação?
Não creio que seja bom fazer uma discussão ou debate sobre isso e sim um grupo de cocriação composto por pessoas que acham que a questão tem relevância.
A questão poderia ser reformulada assim. Boas (no sentido de livres e cooperativas) praticas de aprendizagem têm surgido em vários lugares, até mesmo em escolas. No entanto, quando surgem em escolas tendem a reforçar a escolarização. Muitas pessoas, em vez de olharem essas práticas, olham a instituição onde elas incidentalmente ocorreram. E aí reforçam suas convicções de que foi a escola (a "nova escola", a "escola revolucionária") que propiciou a realização dessas práticas. Então concluem: estão vendo só, nem tudo está perdido, a escola tem salvação, basta que a reformemos com a introdução de novas práticas et coetera...
Ver também:
http://romanticos-conspiradores.ning.com/profiles/blogs/amar-educar...
Ver também:
http://romanticos-conspiradores.ning.com/profiles/blogs/o-iletrado-...
Bem-vindo a
Românticos Conspiradores
© 2013 Criado por Nilton Lessa.
Ativado por

Celso, abri uma trilha relacionada ao assunto em:
Cuidado, Escola! Proposta = autonomia, criatividade e democracia (ACABEMOS COM ESCOLAS !!! )
http://romanticos-conspiradores.ning.com/profiles/blogs/cuidado-esc...
Comentário de cassia em 10 maio 2012 às 11:12Excluir comentário
Oi Claudio, somente se a família for denunciada existe um processo, caso ela não queira fazer a matrícula. Porém, não existe referência à Educação Domiciliar em nossa Carta Magna, apenas o ECA obriga a matrícula em instituição de ensino e o Código Penal fala sobre abandono intelectual. São informações bem básicas, há um universo em torno desse assunto: famílias que pediram autorização à justiça e estão sendo acompanhadas, famílias que por várias gerações educam em casa e vivem tranquilamente, comunidades que educam suas crianças, e o famoso caso Nunes que vale a pena conhecer com detalhes. Eles foram os pioneiros: foram denunciados, condenados, nunca pagaram nenhuma das penas impostas e continuam educando seus filhos e batalhando pela regulamentação.
Sugiro que você visite o blog do Fábio Schebella - http://eddomiciliar.blogspot.com.br/ - e inscrever-se na ANED - http://www.aned.org.br/ - toda informação, seja pedagógica, juridica, estatisticas, eles fornecem na boa. Estamos divulgando o Projeto do Dep. Lincoln Portela e pedindo que as pessoas interessadas entrem em contato por e-mail para apoiar a aprovação, a participação da população é extremamente importante.http://www.lincolnportela.com.br/site/content/noticias.php?id=1021
Há vários grupos no facebook, sugiro o http://www.facebook.com/groups/eddomiciliar/
Obrigada, outro abraço!
Comentário de cassia em 11 maio 2012 às 22:51Excluir comentário
Olá, a quem interessar, as últimas notícia da família Nunes: http://www.diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=63334
abraço!
Comentário de Claudio Estevam Próspero em 16 junho 2012 às 18:25Excluir comentário
Hora de homeschooling
O homeschooling é uma prática americana que está crescendo em quase todas as nações do mundo.Homeschooling significa em nossa língua “escola em casa”. Na América, a prática é liberada em todos os 50 estados. No entanto, aqui no Brasil, o governo ainda faz vista grossa e tem medo de delegar aos pais uma liberdade que sempre foi deles, a de educar os próprios filhos.
http://www.midiasemodos.com/2012/06/hora-de-homeschooling/
Comentário de Claudio Estevam Próspero em 16 junho 2012 às 18:26Excluir comentário
Um programa de rádio sobre homeschooling no Brasil!!!
http://www.blogtalkradio.com/marianadisca